A informalidade no trabalho pode trazer uma série de prejuízos para o trabalhador, muitas vezes ignorados no dia a dia. Ao atuar fora das normas estabelecidas pela legislação, o trabalhador deixa de ter acesso a direitos básicos e fundamentais, como registro em carteira, férias remuneradas, 13º salário, FGTS, aposentadoria e segurança em caso de acidentes ou afastamentos por doença.
Além disso, a falta de formalização expõe o trabalhador a situações de insegurança jurídica, já que não há garantias claras sobre salários, jornadas de trabalho e condições dignas. Em muitos casos, esses profissionais acabam sendo explorados, recebendo menos do que o devido e sem qualquer proteção legal.
Outro ponto importante é que, na informalidade, o trabalhador também perde a força da representação coletiva. Sem estar devidamente registrado, fica mais difícil reivindicar melhorias, participar de negociações ou se beneficiar das conquistas obtidas por meio das convenções coletivas.